O renomado golfista Tiger Woods foi detido na última sexta-feira em Jupiter Island, Flórida, após um acidente automobilístico que resultou em sua prisão sob suspeita de dirigir sob a influência de substâncias (DUI). Apesar do impacto da colisão, Woods não sofreu ferimentos graves, mas o incidente levantou questões sobre o uso de outras substâncias, uma vez que o teste de bafômetro não detectou álcool em seu sistema.
De acordo com informações divulgadas pelo Gabinete do Xerife do Condado de Martin, o acidente ocorreu quando o veículo de Woods, trafegando em alta velocidade, tentou ultrapassar um caminhão em uma via estreita. A manobra resultou na colisão com um reboque, fazendo com que o carro capotasse e deslizasse pela pista. Surpreendentemente, o atleta conseguiu sair do automóvel por conta própria após o ocorrido.
No local do incidente, os policiais observaram sinais que indicavam um possível comprometimento das capacidades do motorista. Contudo, o teste de bafômetro realizado não revelou a presença de álcool. Diante disso, as autoridades passaram a suspeitar da influência de medicamentos ou outras drogas. Woods recusou-se a realizar um exame de urina, e foi autuado por DUI, danos à propriedade e por não cooperar com os testes solicitados.
Após a detenção, Woods foi mantido sob custódia por diversas horas, cumprindo os requisitos da legislação da Flórida para casos de DUI, e posteriormente foi liberado mediante o pagamento de fiança.
Histórico de Incidentes Anteriores
Este episódio marca mais um capítulo preocupante no histórico de Tiger Woods envolvendo incidentes de trânsito e questões pessoais. Em 2017, o golfista foi preso em circunstâncias semelhantes, também sob suspeita de DUI, na ocasião relacionado a medicamentos prescritos. Mais recentemente, em 2021, Woods sofreu um grave acidente de carro que o deixou com múltiplas fraturas nas pernas, exigindo uma longa e complexa recuperação. Tais ocorrências continuam a gerar debates sobre a saúde e o bem-estar do icônico atleta.